quinta-feira, novembro 28, 2013

Li no worldobserveronline um post sobre os arrependimentos mais comuns de pessoas em fim de vida, de uma enfermeira que trabalhou por muitos anos nos cuidados paliativos - os seus pacientes eram essencialmente aqueles em fases terminais. Disse que apesar de todos passarem pelas fases mais esperadas - negação, medo, raiva, remorso, mais negação e no final, aceitação - cada um deles encontrou a paz antes de partir. Cada um. Os arrependimentos mais comuns foram (são):

Gostava de ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não aquela que os outros esperavam de mim. Gostava de não ter trabalhado tão duramente. Gostava de ter tido a coragem de expressar os meus sentimentos. Gostava de ter mantido o contacto com os meus amigos. Gostava de me ter deixado ser feliz.

Já li isto há uma semana, e todos os dias relembro este post. Não sei, tocou-me. Muito. Afinal, quantas vezes deixamos de fazer o que queremos por receio do que vão pensar? Ou por conformismo com a vida que vivemos? Quantas vezes vemos os amigos afastar-se e por orgulho ou até mesmo por preguiça, não fazemos um esforço extra para os agarrar? E afinal, quaaaantas vezes nos calamos e não dizemos o que sentimos...

Uma mini wake up call. Às vezes preciso.


2 comentários:

  1. tudo o que aí escreveste é verdade.. deixamos tantas vezes de deixar a nossa vida de forma verdadeira por causa dos outros :/

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  2. Por vezes deixamos que coisas tão insignificantes interfiram com a nossa felicidade... Gostei deste post :)

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